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Como funciona a renegociação de dívidas com base na lei?

  • 03/03
  • Geral
  • Assessoria de imprensa

A lei não obriga bancos a aceitar qualquer proposta, mas impõe transparência e equilíbrio na renegociação de dívidas. Em processos específicos, o consumidor apresenta um plano para pagar todos os credores, com prazo maior e parcelas que caibam no orçamento, podendo haver audiências de conciliação e, em último caso, um plano judicial coletivo.

As instituições financeiras devem adotar uma postura ativa em crédito responsável, avaliando renda, idade e dívidas prévias. Também precisam informar juros, custos totais e consequências do atraso de forma clara, além de participar de renegociações coletivas que envolvam todos os contratos ao mesmo tempo.

O que diz a lei sobre o banco ser obrigado a renegociar dívidas de idosos?

Quais cuidados adultos e idosos devem ter ao contratar crédito?

Mesmo com regras mais rígidas para bancos, a prevenção continua fundamental. A lei adota o conceito de crédito responsável, que também envolve cautela do consumidor diante de ofertas de dinheiro rápido, sobretudo por telefone ou mensagens, com juros altos e pouca explicação.

Algumas atitudes simples ajudam a reduzir o risco de superendividamento, como avaliar o peso das parcelas no orçamento, desconfiar de propostas com liberação imediata, evitar empréstimos em nome próprio para terceiros e sempre exigir contratos por escrito, buscando orientação em Procons ou defensorias em caso de dúvida.

Quais são os principais direitos do consumidor superendividado?
A legislação busca impedir que a renegociação se torne nova armadilha financeira. O consumidor superendividado tem direito a um plano global de pagamento que englobe dívidas de consumo, como cartão, cheque especial, empréstimos pessoais e financiamentos, excluídas as de natureza alimentar, fiscais e de luxo.

Nesse contexto, a lei garante alguns direitos específicos ao devedor de boa-fé em situação de superendividamento:

A Lei do Superendividamento resolve todos os problemas de dívidas?
A lei não elimina as dívidas, mas cria um ambiente mais equilibrado entre consumidores e instituições financeiras, facilitando renegociações quando o endividamento ameaça a subsistência. Audiências coletivas e planos globais têm sido aplicados em diversos estados, com resultados que variam conforme o caso.

A efetividade da norma depende da atuação conjunta de bancos, órgãos reguladores, Procons, Judiciário e entidades de apoio a endividados. Informar-se sobre a Lei do Superendividamento e os limites à concessão de crédito é passo essencial para que adultos e idosos reorganizem a vida financeira com maior segurança. (Fonte: O Antagonista)
 

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